A Queima das Fitas chegou ao fim...
Apesar de constatar, com alguma tristeza, que o amor na Queima das Fitas de Coimbra é um amor falso, paraguaio, reconheço que também há Amor Verdadeiro. Muitas vezes é o álcool que beija, mas também sei que, por vezes, beija o coração. Por isso te dedico um poema, ó Queima, Festa do Amor:
Tu acostumaste-me
A todas essas coisas
E ensinaste-me
Que são maravilhosas
Chegaste-me subtil
Como uma tentação
Enchendo de ansiedade
Este meu coração
Eu não compreendia
Como se amava
No teu mundo mágico
Mas contigo aprendi
Por isso te pergunto
Ao ver que me esqueceste
Porque nunca me ensinaste
Como se ama sem ti?
Tu acostumaste-me
A todas essas coisas
E ensinaste-me
Que são maravilhosas
Chegaste-me subtil
Como uma tentação
Enchendo de ansiedade
Este meu coração
Eu não compreendia
Como se amava
No teu mundo mágico
Mas contigo aprendi
Por isso te pergunto
Ao ver que me esqueceste
Porque nunca me ensinaste
Como se ama sem ti?

5 Comments:
At 9:09 da tarde,
roseira brava said…
Chegou, infelizmente, mas chegou. Foi uma boa queima, apesar dos concertos terem sido uma porcaria (o melhor foi o do Quim Barreiros). Em 2006 há mais. Venha ela!
At 4:01 da tarde,
El Pavon said…
Pois chegou!
E com ela partiram-se muitos corações. Agora é tempo de recuperar energias e sobreviver aos desgostos de amor que com ela possam ter chegado.
Quanto ao comentário anterior não posso estar totalmente de acordo.
Para mim, que também sou dado a estas coisas do amor.... o melhor concerto [aliás... o concerto] foi o do Juan Santos. Isso sim!!!
Até para o ano Queima-me as fitas!!!
At 3:44 da tarde,
MatchGirl said…
Ah! Grande Joni! Que bom ter-te de volta com a tua excelsa sensibilidade! =-D
Aquele abraço! ;-)
At 6:03 da tarde,
roseira brava said…
Acho que este blog está a cair no esquecimento...
At 3:47 da tarde,
Anónimo said…
Enjoyed a lot! »
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