A Queima das Fitas chegou ao fim...
Apesar de constatar, com alguma tristeza, que o amor na Queima das Fitas de Coimbra é um amor falso, paraguaio, reconheço que também há Amor Verdadeiro. Muitas vezes é o álcool que beija, mas também sei que, por vezes, beija o coração. Por isso te dedico um poema, ó Queima, Festa do Amor:
Tu acostumaste-me
A todas essas coisas
E ensinaste-me
Que são maravilhosas
Chegaste-me subtil
Como uma tentação
Enchendo de ansiedade
Este meu coração
Eu não compreendia
Como se amava
No teu mundo mágico
Mas contigo aprendi
Por isso te pergunto
Ao ver que me esqueceste
Porque nunca me ensinaste
Como se ama sem ti?
Tu acostumaste-me
A todas essas coisas
E ensinaste-me
Que são maravilhosas
Chegaste-me subtil
Como uma tentação
Enchendo de ansiedade
Este meu coração
Eu não compreendia
Como se amava
No teu mundo mágico
Mas contigo aprendi
Por isso te pergunto
Ao ver que me esqueceste
Porque nunca me ensinaste
Como se ama sem ti?


